domingo, 10 de fevereiro de 2013

A VERDADEIRALIBERTAÇÃO!



A Verdadeira Libertação!
'1- Depois, foram Moisés e Arão e disseram a Faraó: Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto. 2- Respondeu Faraó: Quem é o SENHOR para que lhe ouça eu a voz e deixe ir a Israel? Não conheço o SENHOR, nem tampouco deixarei ir a Israel. 3- Eles prosseguiram: O Deus dos hebreus nos encontrou; deixa-nos ir, pois, caminho de três dias ao deserto, para que ofereçamos sacrifícios ao SENHOR, nosso Deus, e não venha ele sobre nós com pestilência ou com espada. 4- Então, lhes disse o rei do Egito: Por que, Moisés e Arão, por que interrompeis o povo no seu trabalho? Ide às vossas tarefas. 5- Disse também Faraó: O povo da terra já é muito, e vós o distraís das suas tarefas.' Êxodo 5:1-5
O conceito de Batalha Espiritual define-se em quatro premissas principais:
- Compreender sua existência como espírito;
- Conhecer os inimigos espirituais que lutam contra Deus e contra seus filhos;
- Compreender a sua posição nesta luta
- E ser bEm sucedido na batalha.
O que é libertação:
É o resultado da batalha espiritual, removendo totalmente a influencia demoníaca de uma vida ou de um território, e a preenchendo com a presença de Jesus, o libertador. (diferente de exorcismo)
1. Libertacao é sair de dentro do egito
- O diabo não liga pra seu culto, desde que você continue no Egito
- Estar no Egito é se entregar a cultura paganizada
- Estar no Egito é ter sensação de falsa liberdade, mas no fundo andar com grilhões e cadeias.
- Que tipo de corrente ainda te prende?
2. Libertacao é adorar no deserto
- Deus não tem prazer em nos mandar pro deserto. Mas muitas pessoas, quando vem a crise, mostram que não é convertido.
- A verdadeira adoração pode vir do liberto. O endemoniado gadareno adorou mas logo revelou o demônio oculto.
- Jesus estava no deserto e o diabo tentou roubar a adoração de Deus.
- Adoração é mais do que música; é sacrifício (deixa o meu povo ir para me sacrificar no deserto)
3. Libertação é tirar o Egito de dentro de seu coração
'39 A quem nossos pais não quiseram obedecer; antes, o repeliram e, no seu coração, voltaram para o Egito, 40- dizendo a Arão: Faze-nos deuses que vão adiante de nós; porque, quanto a este Moisés, que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu. 41- Naqueles dias, fizeram um bezerro e ofereceram sacrifício ao ídolo, alegrando-se com as obras das suas mãos.' Atos 7:39-41
- O povo ficou livre das correntes físicas, mas o coração continuava acorrentado!
- O falso liberto é escravo do Bezerro de ouro, pois no seu coração ele vê Deus imóvel:
- O bezerro não vê nada... mas Deus vê tudo.
- O bezerro não fala... mas Deus fala o tempo inteiro.
- O bezerro não ouve... mas Deus quer ouvir sua voz.
Se você quer ser liberto por total, siga estas três orientações... e principalmente, observe em seu coração se você tem vivido uma “religiosidade” para um deus imóvel, ou tem mantido uma comunhão com um Deus vivo e ativo, que te ama e espera um relacionamento sincero.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

CAMPO DE GUERRA ESPIRITUAL

Campo de Guerra Espiritual
Efésios 6.10-18
INTRODUÇÃO
Vida cristã não é colônia de férias, mas campo de batalha. Quem não é um guerreiro é uma vítima. Nesta luta ninguém pode ficar neutro. Trata-se de uma guerra espiritual.
Quanto a essa matéria há dois perigos, dois extremos, ambos nocivos à vida da igreja:
a. SUBESTIMAR O INIMIGO
Hoje, muitas pessoas incautas negam a existência do diabo, desconhecem seu poder, suas armas, seus agentes e suas estratégias. Acham que o diabo é apenas uma energia negativa que está dentro do próprio homem ou um ser místico que apenas existe na mente fraca daqueles que não alcançaram a plena luz da razão.
b. SUPERESTIMAR O INIMIGO
Há aqueles que falam mais do diabo do que de Deus. Falam tanto do seu poder, de suas armas e estratégias, que subestimam o poder de Deus.
Dito isso, convém começar nossa exposição sabendo já duas coisas:
1. CONTRA QUEM É NOSSA LUTA
1.1. Quem não é o inimigo
Em primeiro lugar precisamos entender contra quem não é a nossa luta. “A nossa luta não é contra a carne ou sangue” (Ef 6.12), ou seja, a nossa luta não é contra pessoas. Muitas vezes o povo de Deus sofre terrivelmente por não entender contra quem está lutando. É um grande perigo alguém detonar suas armas sem ter um alvo certo. Há muitos crentes que estão entrando na batalha, mas estão ferindo os próprios irmãos.
1.2. Quem é o inimigo
Em segundo lugar, precisamos saber contra quem é a nossa luta. Em Efésios 6.11 Paulo diz precisamos estar firmes contra as ciladas do diabo. Ele é o nosso inimigo. Contra ele é que devemos lutar. A Bíblia atribui diversos nomes a esse terrível ser totalmente corrompido e mau: Satanás, diabo, Abadom, Apoliom, antiga serpente, dragão, assassino, pai da mentira, tentador, maligno, acusador, adversário, deus deste século, príncipe da potestade do ar, Belzebu, demônio, espírito imundo etc. Contudo, esse anjo caído, já foi vencido e despojado por Cristo (Cl 2.12-15) e não tem poder para destruir aqueles que estão em Deus (1 Jo 5.18).
2. AS ESTRATÉGIAS DO DIABO
Efésios 6.11 nos fala que o diabo usa ciladas. Aqui precisamos entender algo muito importante: o diabo não precisa usar cilada para quem já é dele. Vamos ilustrar. Há um quadro muito conhecido que circula no meio evangélico como ornamento de templos, casas, chamado OS DOIS CAMINHOS. Esse quadro retrata a realidade do céu e do inferno. O caminho largo que conduz ao inferno e o caminho estreito que leva ao céu. Mas, esse quadro, também apresenta uma heresia: ele mostra um grupo de pessoas que está antes dos dois caminhos, ou seja, um grupo que não está nem no caminho largo nem no estreito, como se fosse possível ficar neutro ou à parte desses dois caminhos. Isso não é possível.
Você está no caminho estreito ou no caminho largo. Você está indo para o céu, ou para o inferno. Não há meio-termo.
Quem não está debaixo do senhorio de Cristo, está vivendo sob a potestade de Satanás. É isso que Paulo diz em Atos 26.18, pois, converter-se é uma pessoa sair debaixo da potestade de Satanás para sujeitar-se a Deus. O apóstolo ensina o mesmo em Colossenses 1.13, quando afirma que a nossa salvação é como ser transportado do império das trevas para o Reino da luz. Ninguém está equidistante desses dois caminhos.
Sendo assim, precisamos conhecer as principais estratégias que o inimigo, usa contra o povo de Deus.
2.1. Servir a Deus sem sair do Egito
Um dos livros mais importantes sobre a batalha espiritual é o livro de Êxodo. Nele encontramos as forças do mal conspirando contra o povo de Deus. Faraó é um símbolo do nosso arqui-inimigo. Quando Moisés foi a ele, pedindo-lhe que deixasse o povo ir, Faraó, ardilosamente, usou de astúcia para reter o povo no Egito. A primeira proposta que fez a Moisés foi para que o povo servisse a Deus no Egito mesmo (Êx 8.25). Faraó queria que o povo servisse a Deus no cativeiro. Egito é símbolo do mundo e da escravidão ao pecado. A proposta de Faraó era para que o povo conciliasse, culto, adoração, serviço a Deus com a permanência no cativeiro, com a vida acorrentada no pecado. A Bíblia diz que o amor do Pai não está naquele que ama o mundo (1 Jo 2.15). Quem é amigo do mundo se constitui inimigo de Deus (Tg 4.4). A Palavra diz que não podemos conformar-nos com este mundo (Rm 12.1). Não podemos servir a Deus sem romper com o mundo.
2.2. Saia do Egito, mas fique por perto
A outra proposta do Faraó a Moisés foi: Pode levar o povo para servir a Deus, mas não vá muito longe (Êx 8.28). Essa cilada é muito sutil e muito perigosa. Há muitos crentes debilitados, neutralizados e infrutíferos, vitimados por essa armadilha do inferno. Pessoas que já saíram do Egito, já romperam com a escravidão do pecado, já deixaram para trás os vícios, já abandonaram toda sorte de cabresto, mas, em vez de fazerem um rompimento radical, ficam curtindo um saudosismo da velha vida, flertando com o pecado, namorando a tentação, vivendo em campo minado, nas regiões de perigo. São crentes que têm medo de uma consagração profunda, são crentes que servem a Deus, mas ainda não se libertaram totalmente dos encantos do Egito.
O diabo vai fazer de tudo para mantê-lo perto do Egito, mostrando-lhe todos os brilhos multicores e policromáticos do pecado. Ele vai encher os seus olhos com as atrações mais encantadoras. A única coisa que ele não lhe mostrará é o salário do pecado, a morte. Ele não quer vê-lo saindo do Egito com determinação para assumir um compromisso de andar com Deus em novidade de vida.
2.3. Saia do Egito, mas deixe os seus filhos
Noutra proposta feita a Moisés, Faraó até permitiria que o povo saísse, desde que as crianças e os jovens ficassem no Egito. Esse é um laço mortal para a família. O que o diabo quer é arrebentar com a família. Ele é ladrão. Ele veio para roubar, matar e destruir. Ele quer dividir a família, rasgá-la ao meio, gerando nela divisão, a contenda e o conflito espiritual.
A coisa que mais perturba o diabo é ver a família unida, servindo a Deus. Ele não gosta de ver lares no altar de Deus. Ele emprega todos os seus métodos todos e todos os seus esforços para atacar a unidade da família. Veja essa cilada do diabo configurada na proposta de Faraó a Moisés em Êxodo 10.10,11. Ele abre mão das pessoas maduras, vividas, desde que possa investir nas crianças e nos jovens, retendo-os no Egito. É importante ressaltar que esse laço tem mantido muitos crentes presos. Hoje há uma orquestração concentrada na derrocada dos jovens e das crianças. O diabo emprega todas as suas armas e utiliza todo o seu terrível arsenal para torpedear a família, visando a atingir principalmente os jovens e as crianças.
O diabo é um estelionatário. Ele oferece prazer, e dá desgosto. Ele promete diversão, e dá frustração. Ele promete vida, e dá a morte. O lugar do jovem curtir a vida, gozar a vida, não é no Egito, nem no mundo, mas no altar de Deus. Só na presença de Deus há plenitude de alegria. Um dia nos átrios de Deus vale mais do que mil dias nas tendas da perversidade.
2.4. Saia do Egito, mas deixe o dinheiro.
Quando Faraó percebeu a determinação de Moisés de não deixar no Egito os jovens e as crianças, deu a sua última cartada. Propôs a Moisés que o povo saísse do Egito, mas deixasse seus rebanhos. Em outras palavras, Faraó estava dizendo: vocês servem a Deus, mas o dinheiro de vocês serve ao Egito. Esse é um laço que tem derrubado muitos crentes. Há crentes que converteram o coração, mas ainda não converteram o bolso. Há crentes que tem o coração não nos tesouros do céu, onde os ladrões não escavam nem roubam, mas nos tesouros da terra. Há crentes que põem o coração nas riquezas, e não consagram seus bens a Deus e ao serviço dele. Pior do que isso é o fato de muitos crentes, além de não colocarem seus bens no altar, a serviço de Deus, ainda tomarem à força, acintosamente a parte que pertence a Deus, sonegando os dízimos.
Moisés porém, não aceitou a exigência de Faraó, pois tudo o que somos e temos precisa estar a serviço de Deus. Foi assim que Moisés entendeu e foi assim que ele disse a Faraó: Nem uma unha ficará no Egito (Êx 10.26). Para Moisés, servir a Deus exige um rompimento total com o mundo. Não podemos deixar nada para trás. Não podemos servir a Deus com o coração dividido.
Nosso Deus merece o melhor. Merece tudo o que somos e temos. Tudo deve estar no seu altar e no seu serviço.
CONCLUSÃO
O diabo não desiste de lutar. Ele é perseverante no seu ataque e nos seus ardis. Foi assim com Jesus no deserto. O diabo tentou durante quarenta dias, mas foi vencido por Cristo. Então o diabo deixou até o momento oportuno (Lc 4.13). Jesus discerniu suas ciladas em todas as situações e derrotou-o em todas as suas investidas.
Você não pode viver hoje com os triunfos da vitória do passado. Ontem você colheu vitória, mas hoje, se não vigiar, pode sofrer uma derrota humilhante. Davi matou um leão, triunfou sobre um urso, matou um gigante, venceu exércitos, conquistou glórias e fama, porém, deixou de vigiar um minuto e caiu vergonhosamente no pecado (2 Sm 11).
O segredo da liberdade é a constante vigilância. Nosso adversário não dorme nem tira férias. Precisamos estar atentos a todo instante, pois a luta continua enquanto aqui vivemos.

A BÊNÇÃO OU A MALDIÇÃO SOMOS NÓS QUE DETERMINAMOS



               
A Bênção ou a Maldição Somos Nós Que Determinamos
"Eis que, hoje, eu ponho diante de vós a bênção e a maldição: A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que hoje vos ordeno; A maldição, se não ouvirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes". (Dt 11.26- 28)
Meus amados e queridos irmãos em Cristo Jesus, a Paz do Senhor!
No Antigo Testamento, em geral, a bênção refere-se a bem-estar terreno, segurança, poder, riqueza, descendência, e essa bênção está expressamente condicionada à obediência aos mandamentos de Deus:
"Eis que, hoje, eu ponho diante de vós a bênção e a maldição: a bênção, quando cumprirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que hoje vos ordeno; a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, mas vos desviardes do caminho que hojeTIvos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes" (Dt 11.26-28).
Para Israel, o povo terreno de Deus, é prometido bênçãos terrenas. (Gn 49).
A bênção para a Igreja de Jesus, o povo celestial de Deus, tem uma conotação celestial correspondente: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo" (Ef 1.3).
A bênção de Deus – "Deus conosco" – tornou-se homem em Jesus Cristo! Por isso também podemos descrever a idéia de bênção como sendo "a ação de Deus com uma pessoa para atraí-la mais profundamente para Sua comunhão". Isso significa que a bênção nem sempre é o que desejamos, mas em todo caso se trata do que é bom e salutar para nós! Pois continua válido: "Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Rm 8.28).
O Senhor Deus, na sua infinita bondade e misericórdia, desde os tempos longínquos, já ensinava os nossos ancestrais o que verdadeiramente nos conduz a uma vida regada de bênçãos ou de maldição, dependendo exclusivamente da nossa obediência e compromisso aos mandamentos do Senhor.
No livro de Dt 11. 28, A Palavra diz: Eis que, hoje, eu ponho diante de vós a bênção e a maldição:
A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que hoje vos ordeno. A maldição, se não ouvirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes.
A Palavra do Senhor revela que tanto a bênção como a maldição é oferecida por Deus diante de nós, dando-nos a plena liberdade de escolha, e não há mistério nenhum nisso. Ensina-nos que para vivermos em paz, para recebermos as suas bênçãos aqui na terra e nos dias futuro a vida eterna, a única coisa que precisamos fazer é ouvir a sua voz, guardar os seus mandamentos e segui-lo.
As demais coisas necessária para sermos abençoados, Jesus Cristo já fez tudo e em sacrifício vivo pela aspersão do seu sangue inocente na cruz do Calvário. Levou sobre si as nossas dores, e pela suas feridas fomos sarados.
Disse Jesus: Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vou aliviarei. E, aquele que me ama, guarda os meus mandamentos.
Porém, se não produzirmos frutos dignos de arrependimento e não darmos ouvido aos seus mandamentos e passarmos a seguir outros deuses, certamente estaremos assumindo um compromisso com a maldição, porque a palavra nos dá a certeza que é impossível servir a dois senhores (Mt 6.24).
Ou servimos a Deus verdadeiramente com o compromisso de servo para com o seu Senhor, ou servimos a outros deuses como: A idolatria, desobediência, vícios, avareza, vaidade, inveja, ciúmes, ira, soberba, prostituição, fornicação, mentira, feitiçaria, e outras abominações ao Senhor.
Os que assim procedem a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte (Ap 21.8).
Dt 30.19, disse o Senhor: Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.
E outra vez, o Senhor nosso Deus e Pai, Deus de paz e misericórdia, prova o seu amor pelo homem na presença das testemunhas que Ele mesmo criou.
Ele nos propõe a bênção e a maldição, a vida e a morte, e na sua inexprimível amabilidade, ainda nos indica qual é a melhor das opções, nos aconselha a escolher a vida para que vivamos, e a nossa descendência seja abençoada, porque assim está escrito: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa (At 16.31).
Esta é a sua grande oportunidade, escolha a vida para que viva tu e a tua semente. Escolha a vida para viver dias de paz, e na eternidade a certeza de morar junto com o Senhor Jesus e os seus santos anjos. A vida é a sua bênção, a vida é Jesus. Ele mesmo disse: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida, e ninguém vem ao Pai se não por mim ( Jo 14.6). A maldição é o pecado, e a morte.
Jesus Cristo, pelo seu infinito amor, nos resgatou com braço forte das garras do inimigo. Pagou pela nossa vida o mais alto preço, pagou preço de sangue, aflição e muita dor. Morreu dependurado na cruz em sacrifício vivo pelos nossos pecados, e ressuscitou ao terceiro dia para a nossa salvação.
O objetivo dos que buscam ao Senhor é receber as suas bênção, mas nem sempre fazem jus a essa benignidade de Deus. Muitos almejam as bênçãos do Senhor, mas não querem compromisso com o Evangelho de Cristo.
Optam em servir os prazeres da carne, a viver em abundância de bens materiais, mas A Palavra diz que sendo amigo do mundo é inimigo de Deus, porque Deus não ouve a pecadores.
(Pv 26:2) diz: Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu vôo, assim a maldição sem causa não virá.
(Pv 3.33 ) A maldição do Senhor habita na casa do ímpio, mas a habitação dos justos Ele abençoará.
(Ml 2.1, 2) E, agora, ó sacerdotes, este mandamento vos toca a vós. Se o não ouvirdes, e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o Senhor dos Exércitos, enviarei a maldição contra vós e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e já as tenho amaldiçoado, porque vós não pondes isso no coração.
Temos presenciado pessoas entregando os seus inimigos nas mãos de Deus com desígnio de vingança, isto é uma incoerência, contra senso.
Quando rogamos maldição a alguém, nos sujeitamos a recebê-la nas mesmas proporções. Esta afirmação é do Senhor, exemplificado quando mandou Abraão apartar-se do seu sobrinho Ló, e seguir outra direção. Ele prometeu abençoar os que o abençoassem e amaldiçoar os que o amaldiçoassem (Gn 12.3).
E Jesus Cristo disse: Mateus 5.44, 45 - Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem.
Para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos.
Portanto meu amado irmão, se a sua oração não está chegando diante do trono de glórias de Deus, algo inconveniente está acontecendo em sua vida, e isto, indispensavelmente tem que ser ajustado, este concerto é entre você e Deus, porque o Senhor é poderoso até para transformar as maldições em bênçãos.
Jesus Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito.
(Sl 72.17): O seu nome permanecerá eternamente; o seu nome se irá propagando de pais a filhos, enquanto o sol durar; e os homens serão abençoados n’Ele; todas as nações lhe chamarão bem-aventurado.
Adão e Eva receberam a ordem de Deus para que não comessem o fruto da árvore do conhecimento, entretanto, tentados por Satanás acabaram comendo e o resultado é que foram Expulsos do Jardim do Éden e dor e a morte foi infligida a todo o ser humano.
Saul recebeu a instrução de destruir completamente os amalequitas, porém poupou o rei e guardou parte do despojo, desobedecendo às ordens de Deus e colheu como seqüela o fim do seu reinado.
Uzias sabia que somente os sacerdotes podiam entrar no Tabernáculo e oferecer incenso, todavia tomou a decisão de entrar naquele lugar e colheu para si a lepra.
Esses são somente três casos em que a desobediência provocou resultados desastrosos para as pessoas que agiram não levando em consideração as determinações do Senhor e, através dos tempos, o homem vem fazendo a mesma coisa e colhendo coisas ruins, não percebendo que se agisse de forma contrária estaria adquirindo bênçãos para ele e para aqueles que fazem parte de sua família.
Então por que o ser humano não passa a obedecer? Se esse é o grande segredo por que não fazê-lo? São perguntas muito difíceis de serem respondidas, pois como verificamos esse não é um problema atual, ele vem corroendo o homem há milhares de anos, porém, apesar de toda essa dificuldade, existem algumas coisas que nós podemos verificar.
Em primeiro lugar está a essência do caráter do ser humano, que é ruim, que está predisposta a fazer a coisa errada, a pecar, a não obedecer, ou seja, é uma coisa intrínseca ao homem contra a qual ele deve lutar diariamente, e não permitir que venha a sobrepor aos princípios divinos.
No outro lado da balança está o nosso entendimento. Precisamos entender, de forma definitiva, que Deus quer a nossa obediência e Ele nos faz uma promessa que, caso venhamos a fazer isso, seremos abençoados.
Não há nenhuma regra para que venhamos a vencer essa luta, porém, existem algumas coisas que são básicas e que precisamos entender. Em primeiro lugar precisamos ter vontade de obedecer, isso mesmo, na medida em que estejamos comprometidos, realmente, com Deus isso não será tão difícil.
Em segundo lugar precisamos permitir que chegue ao nosso coração essa ordenança do Senhor, com relação à obediência, já que o coração endurecido está comprometido com o mal e em terceiro lugar não podemos esquecer que tudo provém de Deus, que não somos absolutamente nada sem Ele, que não temos nada, estamos somente administrando aquilo que Ele nos dá.
Evidentemente não temos a menor pretensão de encerrar esse assunto tão sério nesse artigo, porém em Dt 8.1 está escrito: ” Tenham o cuidado de obedecer toda a lei que eu hoje lhes ordeno, para que vocês vivam, multipliquem-se e tomem posse da terra que o Senhor prometeu, com juramento, aos seus antepassados.” O que vamos colher sempre será uma escolha nossa. Pense nisso e deixe o seu comentário.
OBEDECER PARA VIVER
Todos os mandamentos que hoje vos ordeno guardareis para os cumprir; para que vivais, e vos multipliqueis, e entreis, e possuais a terra que o SENHOR jurou a vossos pais (Dt 8.1)
A Palavra diz que Deus falou a Jeremias para não orar nem implorar por aquele povo porque de nada adiantaria, na medida em que Ele não o escutaria. Chama a atenção do profeta lhe dizendo se ele não percebe o que aquelas pessoa andavam fazendo, tanto as crianças, os homens e as mulheres oferecendo sacrifícios a uma deusa e a outros deuses, afrontando-O sem o menor constrangimento.
De repente, o Senhor diz a Jeremias que eles acham que O estão ferindo, porém estão completamente enganados, pois estão fazendo mal a si próprios e, pior, serão envergonhados por conta disso.
E fala ao profeta que derramará o Seu furor, a Sua ira sobre aquele lugar, sobre as pessoas e não poupará nem os animais e vai mais longe, dizendo que nada conseguirá impedir que aquilo aconteça.
Faz uma observação de que são feitos sacrifícios sobre o altar, mas que Ele não está interessado em nada disso, pois não foi isso que foi dito àquelas pessoas quando foram retiradas do Egito, o que foi requerido daquele povo foi obediência e, a partir dessa atitude, Ele seria o Deus deles e eles seriam o Seu povo.
Entretanto, continua dizendo que não foi ouvido, não foi dada a atenção devida e continuaram a desobedecer e adorando a outros deuses, isto é, em vez de melhorarem, acabaram piorando.
Então diz a Jeremias para que transmita aquilo tudo àquelas pessoas, apesar de ter certeza absoluta de que o profeta não seria ouvido, já que não havia mais nenhuma lealdade por parte deles, ou seja, mais uma vez tudo seria inútil.
O final dessa história é aquele povo foi castigado, num determinado momento o Senhor diz que gostaria de reunir todas aquelas pessoas como um lavrador ajunta a sua colheita, mas faz uma metáfora dizendo que aquele povo é como parreiras sem uvas e como figueira sem figos, todas as suas folhas secaram e, por causa disso, Ele, o Senhor, permitiu que os estrangeiros tomassem aquele lugar.
Todo o nosso texto gira em torno de somente uma coisa, obediência. O povo de Deus ao longo de toda a sua história e continua nos diz de hoje, parece que nunca conseguiu entender que Deus não está interessado em sacrifícios, em ofertas queimadas, em penitências, pelo contrário, o que Ele realmente deseja é a nossa lealdade e a nossa obediÊncia.
É extremamente simples, não existe mistério, não há coisas mirabolantes, aquilo o que Ele mais quer na relação que venhamos a ter com Ele é a nossa fidelidade.
O que ocorre é que durante toda a história, começando lá no Jardim do Éden até os dias de hoje, o homem não consegue se manter leal a Deus, não consegue obedecer e fica procurando respostas difíceis para uma coisa muito simples.
No texto bíblico que utilizamos para esse artigo isso está muito claro, o que Deus quer de nós é que obedeçamos aos seus mandamentos. Quando tomamos esse posicionamento estamos nos colocando na posição que Ele quer e não precisamos demonstrar mais nada, na medida em que estamos ratificando todo o nosso comprometimento e a nossa lealdade para com Ele.
O grande problema é que não conseguimos como os nossos antepassados, fazer isso. Adão e Eva tiveram diante de si duas perspectivas, a primeira a de ver a árvore da vida e a segunda a árvore do conhecimento do bem mal e fizeram a escolha de tentar saber o que estava por trás da árvore conhecimento do bem e do mal e o pior, o grande desastre é que foram alertados para não fazerem isso, mas tomando uma atitude que se repetiu e se repete ao longo de toda a eternidade, preferiram desobedecer e colheram os frutos daquela decisão, assim como o povo para quem Jeremias profetizou por mais de quarenta anos, que também colheu os frutos amargos por não ter ouvido o profeta.
O Evangelho é muito simples, nós é que complicamos tudo achando que Deus não vai se importar com nossas atitudes de desobediência. Não dá para dizer que estamos comprometidos com Deus sem estarmos com o nosso coração dentro da Sua vontade. Pense nisso.
EXISTE MALDIÇÃO HEREDITÁRIA?
Há uma grande preocupação entre muitas pessoas, até mesmo entre os conhecedores da palavra, em relação à maldição hereditária. Temos visto até mesmo alguns líderes, eruditos da palavra levando apreensão aos irmãos, nos termos dessa maldição.
Mas podemos afirmar com toda certeza que a maldição hereditária não existe, e os que assim pregam, usam a fragilidade dessas pessoas que crêem nisso, para impor doutrinas inúteis e vãs. O que precisamos é, confiar na palavra do Senhor Deus, pois “Ele” nos dá a certeza que mau algum irá acontecer com aqueles que estão revestidos da sua couraça.
No livro de Ezequiel 18.20, disse o Senhor: A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a maldade do pai, nem o pai levará a maldade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.
(Rm 8.31) Que diremos, pois a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?
A Plavra no livro dos Salmos 23.4 diz: Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo, ó Senhor.
(Sl 91.7, 10, 11) Mil cairão ao teu lado, e dez mil, à tua direita, mas tu não serás atingido.
Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
A Benção de Deus está condicionada ‘a nossa obediencia ( Dt 28:1-14)
6.Quando se vive em obediencia – Não é o crente que corre atrás da benção, mas sim, a benção que corre atrás do crente ( Dt 28:2 Mc 16:17)
Ao término deste pequeno estudo da Palavra de Deus, podemos concluir que:
- A maldição é decorrente da desobediência a Deus e a sua Palavra – sendo que a responsabilidade é individual.
- Ao recebermos Jesus Cristo, como nosso Salvador e Senhor, toda maldição é quebrada.
- Ao estarmos em Cristo, somos abençoados. E, tudo que temos é abençoado, decorrente da presença de Deus em nós.
- Não precisamos viver com a síndrome do pavor com medo de ser atingido por uma maldição, pois somos o povo abençoado pelo Senhor!
(Pv 26:2)COMO O PÁSSARO NO SEU VAGUEAR, COMO A ANDORINHA NO SEU VOO, ASSIM A MALDIÇÃO SEM CAUSA NÃO ENCONTRA POUSO
Cremos que a visitação da maldade por Deus, sobre a terceira e quarta geração é para os que aborrecem a Deus, e não para os nascidos de novo; para estes, Deus tem prometido fazer misericórdia a milhares de seus descendentes.
A maldição não é transmitida diretamente e sim os efeitos do pecado sobre os filhos. Se alguém aceita a Jesus, é nascido de novo, sua vida está debaixo da proteção divina, não cabendo mais nenhuma condenação ou maldição.
Que Deus nos abençoe que possamos entender as verdades espirituais à luz da Bíblia. Amém! 


     EDNEIDE SANTANA

A HISTORIA DE MARIA MADALENA ( RESUMO)

A história de Maria Madalena na Bíblia Maria Madalena, como era chamada, foi uma discípula e seguidora de Jesus . Ela foi cura...